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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Três etapas fundamentais do processo de Cobrança

Seja qual for momento, na crise ou prosperidade, a cobrança é uma das operações mais sensíveis da área Financeira.

No Brasil as empresas financiam suas operações, todo o material é entregue, o serviço é executado, mas só são pagos dias, semanas ou pode ocorrer meses depois.

Por isso sua operação de cobrança deve ser eficaz, e que garanta o recebimento dentro do prazo previsto no contrato evitando, assim, que a atividade torna-se deficitária.

Pode haver casos em que a ineficácia da cobrança pode levar a própria empresa a uma situação de inadimplência perante seus fornecedores.

Então faz todo o sentido dizermos que a cobrança é uma operação bem sensível. A empresa precisa ter uma equipe preparada e totalmente orientada para as mais diversas situações, contando com políticas claras e bem definidas.

As Três Etapas:

Por isso afirmamos que a cobrança é uma operação que pode ser dividida em três etapas: prevenção, controle e execução. Etapas que são seqüenciais e com o mesmo grau de importância.

Prevenção: A prevenção corresponde ao cadastro e análise de dados dos devedores, uma higienização na base é sempre importante para aumentar a qualificação dos dados de contato, nós da MDA Soluções estamos a disposição para te auxiliar nessa fase.

Controle: Por controle, entenda-se o acompanhamento das fases da operação, o fluxo e frequência com que cada atendente executa diariamente, emissão e envio de boletos. Você pode ter informações mais completas clicando aqui.

Execução: é a ação de cobrança, o contato com o cliente que não efetuou o pagamento na data contratada e a negociação para o recebimento.

Um dos diferenciais que o sistema que a MDA Soluções oferece é o “Motivação do operador”, é uma tela que mostra ao operador o seu % de meta atingido, e próxima meta, assim você mantém o engajamento e a eficiência necessária para sua operação.

Entre em contato, venha nos conhecer, deixe seu comentário e dê sua opinião.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

BB tem sucesso na recuperação de crédito; índice supera 90%


A renegociação de crédito é parte integrante do crédito e o Banco do Brasil tem obtido sucesso nessa operação, apesar do atual cenário econômico, a previsão para o terceiro trimestre de 2016 é de queda no nível de recuperação, dado o período de férias em junho e as Olimpíadas.
Não renegociar é pior. O índice de recuperação do banco em até 360 dias após vencido é acima de 90% mesmo com a crise. No ano passado, era 94% e caiu para cerca de 93% (nesse ano).
O documento de análise de desempenho do banco informa que nos últimos doze meses foram cobrados e recuperados R$ 14,6 bilhões em caixa, sendo que créditos em atraso classificados em risco H representaram 13,8% desse total. Os outros 86,2% foram cobrados e recuperados enquanto estavam em outros níveis de risco. Tanto o valor recebido quanto o porcentual de recuperação nos demais níveis de risco são os maiores da série, de acordo com o documento.
Pico das provisões
O Banco do Brasil considera que já atingiu o pico de provisões no primeiro semestre e que essas despesas têm tendência de queda para o segundo semestre.
As despesas com provisões para devedores duvidosos (PCLD) do Banco do Brasil totalizaram R$ 8,277 bilhões, aumento de 59,5% em um ano, quando estavam em R$ 5,191 bilhões. Em relação ao primeiro trimestre, de R$ 9,145 bilhões, houve retração de 9,5%. No semestre, os gastos com provisões saltaram 60,6%, para R$ 17,422 bilhões.
Na apresentação de resultado, o banco mostrou que excluindo despesas relacionadas a agravamentos somados a caso específico, as despesas com provisão seriam de R$ 6,9 bilhões no segundo trimestre, inferior aos R$ 7,3 bilhões no primeiro trimestre, também excluindo agravamentos e caso específico. Portanto, no segundo trimestre, as despesas com provisão para agravamentos e caso específico somaram R$ 1,4 bilhão e no primeiro trimestre, de R$ 1,9 bilhão.
Quanto ao caso específico, os executivos do BB explicaram que no segmento de óleo e gás, tem sido considerado vencido desde a inadimplência original. Os executivos acrescentaram ainda que até o final do ano, tal crédito deve ser jogado a perda, estando já 100% provisionado.
O que você achou? Como tem sido a performance da sua empresa? Estamos aqui para poder te ajudar.
Fonte: http://www.reporterdiario.com.br/noticia/2220477/bb-ve-sucesso-na-recuperacao-de-credito-indice-supera-90-apesar-de-crise/

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Porque o Atendimento sempre é tão ruim?

Por: Francisco Zapata
Para responder isso, é importante entender melhor o que é “Atendimento”. Comumente se ouve que o Atendimento é o Call Center da empresa. Isso é um enorme engano estratégico. Ao pensar assim, você está restringindo a responsabilidade de atender o cliente a uma única área.
Atendimento é a execução total do serviço que o cliente contratou. Desde o desenho até sua performance, uso e manutenção. Você pode ter muitas outras definições, mas esta é a definição que o cliente usa na prática. Atendimento e produto se misturam, queira você ou não. Um produto excelente, mas com atendimento ruim, é um produto ruim na ótica do seu cliente.
Fica claro que toda a empresa é responsável pelo desenho e funcionamento do serviço. Entretanto, a maioria das empresas se exime da responsabilidade de atender ao cliente. Elas colocam no meio do diálogo um imenso Call Center.
Não digo que o problema seja a existência do Call Center, mas o fato de que grande parte do que faz com que os clientes entrem em contato esteja fora do poder de atuação dessa área. E na falta de ter o poder de resolução consigo, o Call Center acaba tratando os assuntos superficialmente, ou armazenando-os para serem processados por outra área que tenha o poder adequado.
Novamente, o problema não é o Call Center servir de intermediário, mas sim que a prioridade destes pedidos repassados a outras áreas acaba sendo sobreposta pelas prioridades específicas de cada uma.
Agora, porque é tão comum ouvir que a grande maioria dos atendimentos é ruim? Vejamos melhor as pesquisas de satisfação.
Certamente você já viu pesquisas no estilo “Você está satisfeito com nosso atendimento?”. É uma pergunta clara, que ajudaria esta empresa a melhorar seu atendimento, não acha? Infelizmente não é bem assim.
O problema é que os clientes satisfeitos com o conjunto todo do serviço dará uma nota “ok” a estas perguntas, mas o cliente insatisfeito com apenas um dos muitos componentes responderá sempre “não” a este tipo de pergunta.
Além disso, ocorre um outro efeito que aumenta a distorção das pesquisas de satisfação. As empresas que recebem as respostas cometem mais um ciclo de distorções em cima, assumindo que já sabem o motivo das notas ruins de atendimento. O mais comum é querer melhorar o treinamento dos operadores, ou a demora nas filas.
Pense como se você fosse o cliente. Se você está insatisfeito com o preço, o que você responderia em uma pesquisa de satisfação? E se você está cansado pela performance do serviço? Ou se não entende como configurá-lo? Frequentemente você responderia que não está satisfeito com o atendimento.
Temos então 2 erros que se somam. O erro na pergunta, em que o cliente junta vários fundamentos do serviço e chama isso de “Atendimento”, e o erro na análise, onde a empresa assume que já sabe as causas do atendimento mal avaliado.
Fica agora mais claro porque existe essa sensação genérica de que o atendimento é cronicamente ruim na maioria das empresas. O ponto é que isso é um sintoma de problemas mais profundos na empresa.
E como é no atendimento que ocorre o choque entre a realidade do serviço e a expectativa dos clientes, esse atrito gera um calor mais focado nessa área.
E enquanto existirem tantas empresas que não percebem que o Atendimento é uma das grandes responsabilidades em comum de todas as áreas, as poucas empresas que perceberem isso, e de fato se organizarem sob esse princípio, despontarão como sendo especiais sob o ponto de vista do cliente.
fonte: http://www.televendasecobranca.com.br/opiniao/porque-o-atendimento-sempre-e-tao-ruim-42817/