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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Três etapas fundamentais do processo de Cobrança

Seja qual for momento, na crise ou prosperidade, a cobrança é uma das operações mais sensíveis da área Financeira.

No Brasil as empresas financiam suas operações, todo o material é entregue, o serviço é executado, mas só são pagos dias, semanas ou pode ocorrer meses depois.

Por isso sua operação de cobrança deve ser eficaz, e que garanta o recebimento dentro do prazo previsto no contrato evitando, assim, que a atividade torna-se deficitária.

Pode haver casos em que a ineficácia da cobrança pode levar a própria empresa a uma situação de inadimplência perante seus fornecedores.

Então faz todo o sentido dizermos que a cobrança é uma operação bem sensível. A empresa precisa ter uma equipe preparada e totalmente orientada para as mais diversas situações, contando com políticas claras e bem definidas.

As Três Etapas:

Por isso afirmamos que a cobrança é uma operação que pode ser dividida em três etapas: prevenção, controle e execução. Etapas que são seqüenciais e com o mesmo grau de importância.

Prevenção: A prevenção corresponde ao cadastro e análise de dados dos devedores, uma higienização na base é sempre importante para aumentar a qualificação dos dados de contato, nós da MDA Soluções estamos a disposição para te auxiliar nessa fase.

Controle: Por controle, entenda-se o acompanhamento das fases da operação, o fluxo e frequência com que cada atendente executa diariamente, emissão e envio de boletos. Você pode ter informações mais completas clicando aqui.

Execução: é a ação de cobrança, o contato com o cliente que não efetuou o pagamento na data contratada e a negociação para o recebimento.

Um dos diferenciais que o sistema que a MDA Soluções oferece é o “Motivação do operador”, é uma tela que mostra ao operador o seu % de meta atingido, e próxima meta, assim você mantém o engajamento e a eficiência necessária para sua operação.

Entre em contato, venha nos conhecer, deixe seu comentário e dê sua opinião.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

7 motivos para concessionárias de veículos usar SMS agora, o 7 é meu preferido.

Já imaginou o SMS como uma ferramenta para alavancar os negócios de uma concessionária de veículos? Ele é, por exemplo, uma opção muito eficiente de contato com os clientes. Neste artigo, veremos o poder desse canal de comunicação e descobrir 6 usos que uma concessionária pode fazer do serviço de mensagens curtas.
Por que adotar o SMS?
Alta taxa de resposta
Os números não mentem: o serviço de mensagens curtas alcança, por exemplo, uma taxa de resposta até 5 vezes mais alta que o uso de e-mail marketing.
Economia de tempo e de dinheiro
Com o SMS, também é possível economizar muito tempo e dinheiro. A ferramenta chega a ser 95% mais barata que ligações telefônicas. E enquanto você gasta aproximadamente 45 minutos para ligar para 15 clientes, é possível realizar esse mesmo contato em apenas 1 minuto com as mensagens de texto.
Outro fator muito importante é a economia de papel e outros materiais, o que gera uma redução de custos para as concessionárias e ainda contribui para o cuidado com o meio ambiente.
Além disso, um segmento de mercado que pode se beneficiar do uso de SMS são as concessionárias de veículos. Veja 7 motivos de como o SMS pode auxiliar na comunicação com os seus clientes:

1. Avisar sobre a conclusão de serviço
Use o serviço de SMS para comunicar aos seus clientes que o carro deles já está pronto para retirada. Assim, ele fica sabendo imediatamente que já pode buscar o veículo e qual departamento procurar para retirar as chaves. Exemplo de mensagem: “O seu carro está pronto! Procure nossa recepção para buscar suas chaves assim que puder. Aproveite e tome um café, Obrigado!”.

2. Lembrar de uma revisão programada
Você pode comunicar seus clientes que chegou o período da revisão dos seus carros. Com um SMS, essa comunicação fica mais rápida e fácil, e você atrai o cliente novamente para as concessionárias. Exemplo de mensagem: “Chegou a hora de trocar o óleo do seu carro! Ligue para o número 0000-0000 e faça o seu agendamento”.
3. Comunicar a chegada de peças
Outro ótimo uso para o SMS é comunicar aos clientes a chegada das peças que estavam esperando. Assim, fica muito mais fácil agendar uma revisão sem precisar abrir mão do carro. Exemplo de mensagem: “As suas novas pastilhas de freio chegaram. Por favor, ligue para 0000-0000 e agende a data da sua manutenção”.
4. Agradecer e manter um relacionamento
Você pode utilizar o SMS para agradecer ao usuário pela visita e pela preferência na escolha. Uma ferramenta importante para criar laços e demonstrar que, para você, ele não é apenas um cliente. Exemplo de mensagem: “Obrigado por escolher a nossa empresa! Sempre que precisar, lembre-se: estamos aqui para você”.
5. Fazer uma avaliação do serviço
Você pode utilizar o SMS como ferramenta de avaliação da satisfação dos seus clientes. Uma forma rápida e fácil de obter um feedback sobre onde a empresa está trabalhando bem e onde é possível melhorar. Exemplo de mensagem: “Obrigado pela preferência! Por favor, avalie o nosso atendimento. Responda esta mensagem com uma nota de 0 a 5, sendo 0 pouco satisfeito e 5 muito satisfeito”.
6. Gerar oportunidades de vendas
Aproveite o uso de SMS para enviar aos clientes as últimas novidades da sua concessionária, como novos serviços e a disponibilidade de um novo modelo. Exemplo de mensagem: “O novo XXX já chegou! Visite o nosso showroom ou agende um test drive pelo telefone 0000-0000, e venha tomar um café”.
7. A MDA Soluções oferece 100 SMS Gratuito para você testar
Olha que ótima oportunidade, você pode separar alguns clientes exclusivos e fazer o teste das 6 dicas que acabamos de mostrar, com certeza você terá ótimos resultados, e vai conseguir saber quantos receberam, quantos abriram sua mensagem e muito mais, entre em contato conosco para receber seu código de ativação e acesso ao nosso sistema.

Agora que você já sabe todas as vantagens do SMS para as concessionárias de veículos, conte para a gente, nos comentários, quais usos você implementará na sua!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Régua de cobrança: como usar na operação de Cobrança


A operação de cobrança exige do call center um conhecimento profundo da área de negócios da empresa que á contrata. Antes, é importante saber qual é o perfil das dívidas, quem é o público e quais as condições de pagamento que podem ser oferecidas para o consumidor. Boa parte dessas perguntas pode ser respondida com a ajuda da régua de cobrança: são dois assuntos que vamos ver com um pouco mais de detalhes neste artigo.

Ciclo de Cobrança na Empresa

Primeiro, precisamos conhecer o ciclo de cobrança da empresa, com todos os níveis da recuperação de valores devidos, desde ações comuns até questionamentos judiciais.
Normalmente, o ciclo de cobrança na Empresa é dividido em quatro partes:
  1. Contato tranquilo: feito por telefone, torpedo de voz, SMS ou carta, apenas para lembrar o consumidor sobre o compromisso com a financeira e as condições de pagamento.
  2. Contato formal: seja por telefone, torpedo de voz, SMS ou carta, a financeira solicita uma resposta do consumidor para resolver a pendência.
  3. Notificação extrajudicial: a ocorrência pode ser registrada em órgão de proteção, como a Serasa, devidamente comunicada ao devedor em mensagem.
  4. Notificação judicial: caso mais extremo em operações de cobrança. Aqui é feito o protesto ou submissão de processo ao juizado de pequenas causas.
No que costumamos observar, as taxas de retorno para a assessoria de cobrança tendem a ser maiores nos dois primeiros passos. Quanto menos litigioso o processo, mais rápida é a recuperação e mais eficiente é o resultado para o cliente. Algumas financeiras, inclusive, verificam o desempenho da central mensurando o valor recuperado nas etapas iniciais do ciclo, que podem variar de acordo com a área de atuação da contratante.

Régua de cobrança: como usar na operação de Cobrança
A operação de cobrança exige um conhecimento profundo da carteira sendo cobrada. Antes, é importante saber a composição da carteira, fazendo uma métrica de ticket médio, produtos envolvidos, perfil do público envolvido, e quais as condições de pagamento que podem ser oferecidas para o consumidor. Boa parte dessas perguntas são mapeadas com a ajuda da régua de cobrança.
A MDA Soluções através do seu software de cobrança oferece a você a possibilidade de dimensionar a sua carteira, permitindo a você alocar os recursos principais nas fatias mais rentáveis. Foco no resultado.
Uma dica na hora de elaborar uma estratégia seria montar réguas diferentes para perfis diferentes de devedores, de acordo com o tamanho do valor devido, o perfil de pagamento, o tempo em que a empresa contratante pretende ter retorno, e o resultado para sua empresa.
Um exemplo prático: o gestor da operação de cobrança pode definir o uso de envio de SMS para os consumidores que devem há poucos dias, apenas “lembrando” o cliente sobre sua dívida, enquanto que, para os devedores de longa data e grandes montantes, pode definir a abordagem pessoal, através de um agente, sugerindo alternativas para o parcelamento da dívida.
Nossa solução de cobrança te permite monitor o comportamento da sua carteira, que diariamente sofre alterações com inserções de novas dividas em antigos devedores, ou novos devedores, ou baixa de dividas não recuperadas.

Quer saber mais? Clique aqui

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Fazenda de Minas inicia cobrança do IPVA atrasado por SMS

Contribuintes em débito com o IPVA 2016 e de anos anteriores serão cobrados via SMS
A Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) começou, nesta semana, a reforçar a cobrança do IPVA via mensagens de texto para telefone celular (SMS). Dados apontam que cerca de 1,250 milhão de contribuintes inadimplentes estão sendo alertados e orientados a regular a situação.
A nova modalidade de cobrança, além de mais ágil e direta, representa uma redução de despesas, pois cada SMS custa R$ 0,04, enquanto as cartas registradas, enviadas para este fim, custam ao Estado cerca de R$ 1,70 a unidade. Estão sendo notificados os proprietários de veículos que têm débito do IPVA em Minas Gerais, tanto do exercício 2016 quanto de anos anteriores.
Por uma questão de segurança do usuário, a mensagem não contém link, veja o exemplo da mensagem: “Aviso IPVA/MG: Constam pendências relativas ao pagamento do IPVA (ano de exercício), veículo placa (xxx-xxxx). Dúvidas, ligue: 155 (LIGMINAS)”.
Os proprietários de veículos com débito podem retirar a guia para o pagamento, acrescido de juros e multas, no site da SEF. Basta entrar na aba "Cidadãos" e clicar em IPVA, onde é possível também fazer a simulação e a conclusão do parcelamento, em até 12 vezes, desde que respeitado o valor mínimo de R$ 200 por parcela.
Essa ação de cobrança representa mais uma oportunidade para o cidadão regularizar a situação do seu veículo, evitando assim ter o nome inscrito em Dívida Ativa do Estado e posterior protesto cartorial.
Além disso, o proprietário pode ter o veículo apreendido pela autoridade policial, pagar multa e acumular pontos na carteira de habilitação, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A escala de pagamentos do IPVA 2016 se encerrou no dia 21 de março e, desde 1º de julho, o Detran-MG exige o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) de 2016.
Para obter o documento, o proprietário tem que estar em dia com o IPVA, a Taxa de Licenciamento (cujo prazo para pagamento venceu no dia 31 de março), o Seguro Obrigatório (DPVAT) e multas de trânsito.
O pagamento do IPVA em atraso gera multa de 0,3% ao dia (até o 30º dia), multa de 20% após o 30º dia e juros (Selic) calculados sobre o valor do imposto ou das parcelas, conforme o caso. Até o dia 31 de julho, a arrecadação do IPVA referente ao exercício 2016 alcançou R$ 3,8 bilhões, o equivalente a 89% do total emitido, de R$ 4,3 bilhões.
Justiça fiscal
Do valor arrecadado com o IPVA, 20% são repassados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb), 40% são destinados ao caixa único do Estado e 40% vão para o município de licenciamento do veículo.
Os recursos arrecadados com os impostos e taxas voltam em benefício da sociedade, para investimento em serviços essenciais como saúde, educação, segurança, trânsito e transporte.
O que você acha dessa ação? Deixe seu comentário, sua opinião é importante para nós.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

BB tem sucesso na recuperação de crédito; índice supera 90%


A renegociação de crédito é parte integrante do crédito e o Banco do Brasil tem obtido sucesso nessa operação, apesar do atual cenário econômico, a previsão para o terceiro trimestre de 2016 é de queda no nível de recuperação, dado o período de férias em junho e as Olimpíadas.
Não renegociar é pior. O índice de recuperação do banco em até 360 dias após vencido é acima de 90% mesmo com a crise. No ano passado, era 94% e caiu para cerca de 93% (nesse ano).
O documento de análise de desempenho do banco informa que nos últimos doze meses foram cobrados e recuperados R$ 14,6 bilhões em caixa, sendo que créditos em atraso classificados em risco H representaram 13,8% desse total. Os outros 86,2% foram cobrados e recuperados enquanto estavam em outros níveis de risco. Tanto o valor recebido quanto o porcentual de recuperação nos demais níveis de risco são os maiores da série, de acordo com o documento.
Pico das provisões
O Banco do Brasil considera que já atingiu o pico de provisões no primeiro semestre e que essas despesas têm tendência de queda para o segundo semestre.
As despesas com provisões para devedores duvidosos (PCLD) do Banco do Brasil totalizaram R$ 8,277 bilhões, aumento de 59,5% em um ano, quando estavam em R$ 5,191 bilhões. Em relação ao primeiro trimestre, de R$ 9,145 bilhões, houve retração de 9,5%. No semestre, os gastos com provisões saltaram 60,6%, para R$ 17,422 bilhões.
Na apresentação de resultado, o banco mostrou que excluindo despesas relacionadas a agravamentos somados a caso específico, as despesas com provisão seriam de R$ 6,9 bilhões no segundo trimestre, inferior aos R$ 7,3 bilhões no primeiro trimestre, também excluindo agravamentos e caso específico. Portanto, no segundo trimestre, as despesas com provisão para agravamentos e caso específico somaram R$ 1,4 bilhão e no primeiro trimestre, de R$ 1,9 bilhão.
Quanto ao caso específico, os executivos do BB explicaram que no segmento de óleo e gás, tem sido considerado vencido desde a inadimplência original. Os executivos acrescentaram ainda que até o final do ano, tal crédito deve ser jogado a perda, estando já 100% provisionado.
O que você achou? Como tem sido a performance da sua empresa? Estamos aqui para poder te ajudar.
Fonte: http://www.reporterdiario.com.br/noticia/2220477/bb-ve-sucesso-na-recuperacao-de-credito-indice-supera-90-apesar-de-crise/

Governo inicia processo de digitalização de Arquivos


O Governo do Estado, por meio da Junta Comercial do Maranhão (Jucema), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do maranhão (Sebrae/MA),  deu início ao processo de digitalização do seu arquivo.
O objetivo é proporcionar segurança à documentação mercantil da Junta, que passará a ser arquivada em um ambiente virtual. Ao todo, serão digitalizadas nove milhões de laudas.  O trabalho deverá ser concluído em novembro.
A medida garante acesso instantâneo aos documentos por meio do site da Jucema, além de garantir menos burocracia e proporcionar mais celeridade ao atendimento.
A digitalização é o processo de conversão dos documentos físicos para o formato digital. Esse tipo de conversão garante mais facilidade no acesso, melhor distribuição dos documentos, redução de tempo no processo de busca, redução de custo, preservação do arquivo e uma maior integração de informações entre funcionários e clientes.
“O cliente vai ter um amplo acesso a informação, pela internet, mais rápido e instantâneo e a Jucema ficará mais ágil, pois não haverá mais a necessidade do deslocamento para pegar o papel no arquivo, que estará online no sistema e facilmente localizável”, explicou o presidente da Junta, Sérgio Sombra ao explicar que esses investimentos integram a política do governo Flávio Dino.
Ao todo, 22 funcionários da empresa contratada estão envolvidos no trabalho.  A digitalização começou pelas empresas de sociedade limitada pelo fato de terem uma maior quantidade de pedidos de documentação. Até o momento, um milhão de laudas já foram digitalizadas.
No processo, a Jucema conta com a parceria do Sebrae/MA, que implementa ações junto ao poder público e demais parceiros institucionais para tornar realidade em todo o país a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). A instituição está investindo, por meio de convênio, R$ 2,4 milhões para a digitalização dos documentos da Junta.
Para o diretor-superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, os benefícios da integração dos órgãos e sistemas envolvidos na abertura e fechamento de empresas desburocratiza o processo e leva mais facilidade à vida dos empreendedores.
“Além do recurso destinado à digitalização dos documentos da Jucema, o Sebrae investirá R$ 800 mil em ações referentes ao projeto de Implantação da Redesim no Maranhão, que congregará 90 municípios maranhenses. No total, vamos investir até o final deste ano, R$ 3,2 milhões”, informa João Martins.
Os documentos passam, inicialmente, por uma preparação para serem digitalizados, durante o qual são higienizados e retirados os grampos para passar pelo scanner. Depois de 15 dias de trabalho já foram digitalizadas um milhão de laudas, de um total de nove milhões a serem digitalizadas. A previsão é de que em novembro todo o trabalho esteja concluído.
O coordenador de arquivo da Jucema, Adalberto Ferreira Filho, recorda que, no começo da Junta, os documentos eram empilhados e colocados no chão. A procura era difícil e demorada porque não tinha uma ordem de organização.
Somente em 1981 foi colocada uma numeração nas pastas pelo Serviço de Processamento de Dados. A partir desse momento o trabalho e a procura de documentos ficaram mais fáceis. Nesse período, a busca demorava até 15 dias, mas, hoje, chega a, no máximo, quatro dias e o objetivo agora é que seja imediato com a digitalização.
“Esse processo é um ganho a mais para a Jucema porque garante segurança e até conforto para nosso cliente, assim como também para a Junta e para o Estado. E também porque vivemos em um período de tecnologia e mais tarde não teremos mais espaço para guardar tantos papéis”, afirmou o coordenador.
Fonte: http://www.ma.gov.br/governo-inicia-processo-de-digitalizacao-do-arquivo-mercantil-da-jucema/

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

GED – Gerenciamento Eletrônico de Documentos


Esta chegando ao fim a era das pilhas de papel em cima da mesa do escritório de trabalho. Os escritórios sem papeis vem se tornando possível a cada dia que passa graças ao gerenciamento eletrônico de documentos.

Com toda a tecnologia disponível hoje, podemos dizer que o armazenamento de documentos digitalizados, é mais seguro e organizado, e o crescimento de todo esse processo de digitalização se dá pela iniciativa das empresas, que a cada dia observam o aumento da produtividade nos escritórios por conta do rápido acesso as informações e ótimo custo-benefício.

Isso sem falar da redução de espaço para armazenamento de documentos e também a redução de custos com impressões, cópias e funcionários, essa mudança para digital não vem sendo só uma mudança operacional, mas também cultural.

GED – Gerenciamento Eletrônico de Documentos

O GED é uma revolução tecnologica em velocidade e ganho de produtividade para qualquer empresa. Com um software de digitalização e poucos cliques você já encontra o documento procurado.

Toda empresa tem uma gestão de documentos, por mais simples que sejam sempre há necessidade de atender a normas fiscais e legais, e o GED é uma forma de ter esses documentos organizados de forma simples em um data-center, que inclui todo um sistema de segurança nesse aspecto, por exemplo, sistemas criptografados.

Além da velocidade de organização do GED, uma diferença importante é a questão do documento de papel estar sempre exposto ao meio; a tinta se apaga com o tempo, envelhece, amassa, existe a exposição e risco de queimar, molhar, rasgar, etc. A perda total de documentos de papel é muito fácil.

Proteja seus documentos. Segurança de dados e backup automatizados

O GED pode incluir os documentos já criados digitalmente, ou seja, que não vieram de documentos físicos, e para casos de escritórios de advocacia, por exemplo, o cliente pode ter acesso digital aos seus processos, o que é mais uma facilidade incrível.

Um sistema de GED é extremamente segura para acesso aos arquivos, todo o movimento digital é gravado, e pode-se saber, quem, quantas vezes, hora e data que um determinado arquivo foi acessado. Há um registro completo do tráfego do seu documento.

Os arquivos de uma empresa têm diversos graus de confidencialidade e esse sistema assegura que apenas usuários autorizados possam acessar os documentos digitalizados. Existe usuário, senha e níveis de permissão para cada pessoa.



Mas a segurança não deve ser pensada somente no que diz respeito ao acesso não autorizado. Perdas de dados também podem acontecer em meios digitais por motivos diversos, como defeitos nos equipamentos ou mesmo falhas operacionais.

É imprescindível ter uma política de cópias de segurança (backup) do seu acervo de documentos. Esta cópia previne perdas ou documentos corrompidos de forma digital.

Sistemas de GED devem estar configurados para efetuar as cópias automaticamente e de forma periódica.

Convidamos você para conhecer mais sobre nosso sistema MDA Digital, entre em contato e teremos o prazer em te mostrar.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Tradição, inovação ou os dois?

Por Maria Aparecida Frezzi Vidal
Já tem um tempo que a relação entre geração X e baby boomers versus a geração Y acontece. Entretanto, em tempos de revolução tecnológica a cada instante e uma crise macroeconômica, talvez essa seja uma boa oportunidade para deixar as diferenças de lado, aliar a tradição do setor de cobrança com os conhecimentos dos jovens e inovar. Afinal, essa tem sido a palavra de ordem para todos os segmentos que desejam se manter no mercado, inclusive em tempos onde fidelizar o cliente é tão complicado. Mas como alinhar todos esses diálogos na busca por inovação, sem esquecer a cultura da empresa?

"A parceria entre RH e liderança desenvolve, capacita e capta talentos com o 'jeito de pensar e agir' da organização", ensina Maria Aparecida Frezzi Vidal, gerente de Recursos Humanos da Siscom. Assim, o setor de RH e os líderes de cada parte da empresa serão os intermediários entre o diálogo que deve começar a acontecer. Dessa forma, é preciso parar de olhar somente os números e ver como o fator humano pode contribuir para o crescimento da organização, observando se ele deseja fazer parte daquilo desde o processo seletivo e se ainda mantém essa vontade passado um tempo.  Para tanto, é preciso prover um processo de aculturamento para inovação que seja organizado, por meio da criação de campanhas onde a equipe possa participar dos programas internos da empresa, a fim de expressar suas ideias e participar dos resultados destes para a organização como um todo.

Com isso, será possível perceber que os colaboradores de hoje, em sua maioria jovens, gostam de ser desafiados e inovar na busca por soluções - desde que se sintam parte dessa construção. Porém, segundo Maria, o principal desafio será liderar o processo de inovação nos próximos anos nesse setor e de se antecipar ao desafio de desenvolver as competências de recursos humanos, necessárias para alcançar as inovações que surgirão. "Para que toda a empresa caminhe na direção dos objetivos propostos, é fundamental que o RH esteja diretamente ligado à estratégia de negócios da empresa", finaliza.

fonte: http://www.portalcreditoecobranca.com.br/rh/58704/tradicao-inovacao-ou-os-dois/ler.aspx

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Clube virtual, a novidade no e-commerce

                                                                                    Por Rodrigo Dantas

Não é de hoje que se fala sobre a ascensão do comércio eletrônico. Mesmo com o momento atual de crise econômica, o e-commerce brasileiro apresenta bom desempenho. Não por menos, o setor tem se tornado a menina dos olhos de muitos empreendedores, que percebem o ambiente favorável que ele proporciona. Afinal, é cada vez maior a quantidade de consumidores que priorizam suas compras no mercado virtual ou, então, encontram nos sites uma fonte rica para pesquisas, antes de adquirir qualquer produto ou serviço.

Por outro lado, alguns desafios já foram percebidos pelas empresas. Por exemplo, a grande quantidade de concorrentes, a desconfiança que alguns clientes ainda possuem nas compras on-line e outros problemas como estrutura, prazo de entregas e opções de pagamento. Dessa forma, muitos lojistas têm investido em alternativas para atrair o público e, inclusive, usar como ferramenta de fidelização. E uma dessas escolhas tem sido um novo serviço que alguns sites começaram a oferecer: clubes de assinatura. "São e-commerces de produtos, que vendem boxes com produtos mensais por meio de um modelo de assinatura", explica Rodrigo Dantas, CEO da Vindi.

Ou seja, no lugar de comprar um produto único, o cliente recebe mensalmente um kit com produtos da categoria escolhida. Por exemplo, a Glambox, que oferece amostras de produtos de beleza para as clientes assinantes. Segundo Dantas, além da conveniência e comodidade, o consumidor ainda conta com a vantagem de poder receber em casa alguns produtos exclusivos, experimentar novidades e ainda ter descontos em outras compras e naqueles itens que deseja ter a mais. Já para as empresas, o benefício está no custo de aquisição do cliente. "Um e-commerce tradicional precisa gastar mês a mês a conquista de um mesmo consumidor. Nos clubes de assinatura, o e-commerce precisa gastar para adquirir o cliente somente uma vez", afirma.

Por outro lado, o executivo alerta que não pode se enganar: esse serviço exige também um atendimento eficaz. "Os clubes de assinatura precisam surpreender esse mesmo cliente mês a mês", diz. Assim, a primeira coisa se pensar para ter sucesso nessa estratégia e escolher por produtos que tenham uma necessidade recorrente pelo público. Por exemplo, calçados foi uma opção que, de acordo com Dantas, não funcionou no mercado. "Outro bom ponto, é ter exclusividade de alguma marca em questão. Como o clube de refrigerantes de São Paulo que distribui o Guaraná Jesus, que faz sucesso por aqui. Só de ter esse produto ele já consegue visibilidade para adquirir assinantes", conta.

O CEO afirma que o maior trunfo desses clubes é, justamente, conquistar e fidelizar clientes. E tal matemática é o segredo para uma receita recorrente de verdade. "Para isso acontecer, o clube precisa estar pronto para oferecer: preço, exclusividade e bom atendimento". Ele ainda acredita que esse mercado de assinatura passará por um amadurecimento e, cada vez mais, entrarão mais os players de serviço. Como música, filmes, softwares, entre outros.

fonte: http://www.clientesa.com.br/ebusiness/58728/clube-virtual-a-novidade-no-e-commerce/ler.aspx

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Parabéns ao Grupo Meireles e Freitas

Em um mercado disputado como o de cobrança, tão importante quanto conquistar novos clientes é mantê-los em sua carteira. A estratégia do Grupo Meireles e Freitas – composto pelas empresas Meireles e Freitas Advogados Associados e Meireles e Freitas Serviços de Cobrança -  para fidelizar quem confiou em seu trabalho é prezar pela excelência de atendimento e resultados acima da meta. Tanto que, em 29 de abril, a empresa recebeu o prêmio Ínpar, concedido às parceiras das distribuidoras de energia Coelce e Ampla, empresas do Grupo Enel, que possui atuação mundial.
Mais de 38 fornecedores de serviço foram avaliados não só pela performance apresentada ao longo de 2014, mas também pela gestão, inovação e sustentabilidade do negócio. E a Meireles e Freitas conquistou o primeiro lugar no ranking anual de empresas parceiras do Grupo Enel pelo terceiro ano consecutivo.
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Segundo Venâncio Freitas, sócio-diretor da Meireles e Freitas, para manter a sustentabilidade do negócio e alta performance nos resultados, a empresa investe em um bom ambiente de trabalho para os colaboradores. “A organização do prêmio leva em consideração a qualidade do ambiente de trabalho, até porque eles fazem pesquisa de clima para verificar a segurança, os direitos trabalhistas, se possuem qualidade de vida, capacitação e treinamentos”, conta Venâncio.
Os colaboradores da empresa cearense contam com uma série de benefícios, como plano de carreira detalhado, com muitas oportunidades de desenvolvimento, canais para propor ideias para potencializar o crescimento da empresa, campanhas motivacionais, programas de estímulo à prática esportiva, entre outros. “Indicativos da nossa proximidade com os colaboradores é a taxa de turn over, que geralmente é elevado em empresas de contact center ou cobrança, porém na Meireles e Freitas ele não chega a 1,5%. A maioria dos nossos colaboradores tem anos de casa e conseguiram crescer na empresa.” Continua o Sócio-Diretor.
Além de desenvolver talentos, tanto que a Meireles e Freitas foi reconhecida como uma das melhores empresas para trabalhar pela pesquisa Great Place to Work, a empresa cearense investe em tecnologia e inteligência para potencializar o desempenho da operação. “No mês de abril, a nossa equipe da Coelce de cobrança até 60 dias de atraso, atingiu a marca de 212% da meta estabelecida, o que é muito expressivo para o cliente. Porém, superar a meta não é novidade na Meireles e Freitas, pois nosso resultado geralmente é bastante superior. Nosso objetivo não é só entregar resultado, mas o máximo dele e, para isso, contamos com nossos colaboradores e inteligência no planejamento e nas tecnologias desenvolvidas. Para a faixa de atraso de até 180 dias, conquistamos 140% da meta estabelecida”, comemora Venâncio Freitas.
fonte: http://www.televendasecobranca.com.br/qualidade/com-foco-nos-colaboradores-meireles-e-freitas-conquista-premio-de-excelencia-do-grupo-enel-coelce-e-ampla-47611/

terça-feira, 26 de maio de 2015

Estatística - Pode parcelar?

Na hora das compras, o consumidor tem às mãos ferramentas que podem tanto beneficiar quanto causar sérios problemas ao seu bolso. É o caso das compras a prazo, que dividem o valor total em parcelas, com ou sem juros. Uma pesquisa nacional realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz investigou o comportamento dos brasileiros relacionado ao parcelamento de compras e identificou que 79% costumam utilizar essa forma de pagamento.

Entre os produtos mais comprados dessa maneira estão roupas (32%) e eletrônicos (28%). De acordo com os resultados do estudo, o número médio de parcelas é 6,3 e é definido pelo número máximo que o lojista permite sem a taxa de juros. Um dado importante observado é que quase metade dos entrevistados (46%) não tem medo de longos parcelamentos, inclusive consideram uma vantagem. Já 21% dos respondentes não compram nada parcelado, principalmente pessoas de menor escolaridade e das classes C, D e E - possivelmente devido às restrições às linhas de crédito.

A pesquisa mostra que o crédito é um poderoso aliado do consumidor brasileiro. Um em cada quatro consumidores ouvidos na pesquisa (28%) considera ruim a hipótese de não ter a possibilidade de parcelar suas compras. Destes, 64% afirmam que o crédito é a única forma de comprar os bens que desejam, e 29% acreditam que não conseguiriam mais fechar as contas do mês, pois sempre recorrem ao parcelamento ou a empréstimos para conseguir comprar tudo e pagar as contas que precisam.

Porém, a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que nem sempre o consumidor é capaz de pensar nos desdobramentos a longo prazo e que podem resultar em mais juros a pagar. "O crédito pode se tornar um problema, devido à perda da noção dos gastos e compras por impulso, e até mesmo gerar um descontrole das compras e uma consequente inadimplência", diz.

Dos entrevistados que costumam comprar a prazo, 58% pagaram alguma prestação de compra no mês anterior à pesquisa. Foi identificado no estudo que seis em cada dez consumidores (64%) com o hábito de parcelar compras ainda possuem prestações a serem pagas. Em média, eles levarão quase nove meses para quitar os compromissos assumidos. Mais da metade dos consumidores (56%) define o número de parcelas procurando o maior número de prestações sem juros. Cerca de 46% garante gostar de uma modalidade de pagamento que envolva um número elevado de parcelas, pois assim o valor da prestação é baixo e há possibilidade de comprar mais o que se quer.

Segundo Marcela, o consumidor geralmente está em busca da parcela que cabe no bolso, e nem sempre é capaz de avaliar o peso dos juros no contexto geral. "Prova desse comportamento é o fato de que foram feitas simulações de compras de diversos produtos de valores diferentes na pesquisa e os entrevistados deveriam escolher o pagamento à vista ou parcelado. Entre os consumidores que preferem o parcelamento, o que pesa na hora da escolha é o valor das prestações, e não o valor final do produto."

Foi identificado na pesquisa que 13% dos entrevistados tiveram o acesso ao crédito negado em alguma loja em que já haviam comprado antes nos últimos três meses, principalmente por estarem inadimplentes ou com o nome incluído em serviços de proteção ao crédito (67%). Outras razões para a restrição incluem o fato de não ter conta em banco (13%), a falta de comprovação de renda (11%) e os ganhos insuficientes (9%).

"Com a economia em um ritmo mais lento, maior risco de desemprego e com o poder de compra diminuído pela alta inflação, os bancos começaram a aumentar a restrição ao crédito para o consumidor a fim de evitar perdas", explica Marcela. "Com isso, as pessoas ficam com um recurso financeiro a menos, acabam deixando de lado suas contas e entram no ciclo das dívidas pendentes."

fonte: http://www.portalcreditoecobranca.com.br/estatistica/58229/pode-parcelar/ler.aspx